
- Greetings fellow readers of the feats of the great and powerful army of very early medieval Kazar warriors of the steepe! Tonight, Borat will bring you very detalied story of migthy performance during last weekend tournment against ferocious and dreadfull enemies of Imperial Rome, fearless Gaul, savage Assirians and low scum worse that a limping blind dog of the Uighurs (those horse robers and sheep rappers!)
(Ver nota)
Lista de exercito:
3 TC
3 x 6 LF poor bow
3 x 4 LH ave, bow sword
2 x 4 CV ave, prot, bow sword
2 x 4 CV Sup, arm, bow sword, drilled
2 x 6 Cv Sup arm , lance, sword
1 x 4 Cv Sup arm , lance, sword
Jogo 1 – Orlando Costa c/ Principate RomanGanhei iniciativa e escolhi terreno Agricola
Uma composição invulgar, a deste exército: 4 grupos de Auxiliares (superiores…) 5 de LF em diversos sabores, um aliado Comagene com uma mega falange de 12 bases e catafractas e (lá muito escondidos…) um par de legionários e uma ala de cavalaria.
Ele fez uma linha continua com os auxilias chegados ao meu lado esquerdo, a aproveitar uma peça de terreno irregular que lá havia, com a maior parte dos LF á frente. Depois os legionários, a falange, os catafractas e no extremo direito a ala de cavalaria.
Eu alinhei os grosso dos lanceiros (2 x 6) e uma de archeiros armadurados (gulam) frente aos auxiliares, fiz uma linha com os outros gulam e os tribais a meio e coloquei a unidade pequena de lanceiros no estremo da linha mais 1 LH.
O meu plano era dar cabo dos auxilias (e se não saíssem do terreno eu sabia como as ir buscar) num lado e rodar tudo á direita para cair em cima da ala romana e depois ir aos catafractas ou á falange de lado.
O Orlando “ajudou-me” ao sair do terreno (ainda estava eu a alinhar tropas para o ataque…) e fui desfazendo as auxilias uma a uma, acabando as ultimas numa bolsa com cavalaria Kazar a toda a volta.
Tive de fazer um par de cargas contra as legiões, mas estas aguentaram firmes, inflingindo-me bases, mas nada de preocupante.
No outro flanco parto a ala de cavalaria romana e persigo-a, carregando uma unidade de LF que tem de atravessar diagonalmente a falange (que já estava fragmentada á conta do tiro…) isto na altura em que os gulam carregavam a falange de frente. Não é preciso dizer mais nada…
30 – 0
Jogo 2 - Jose Lopes c/ GaulesesGanhei iniciativa e escolhi terreno Agricola
O Lopes colocou a sua cavalaria em linha única a ocupar metade da mesa.Se estivesse em linha dupla sofriam muito com o meu tiro, por ser protected e alem disso assim podiam evadir aos meus lanceiros. A outra metade da mesa eram 4 grupos de guerreiros em linha (os solduri a fazerem a ligação com a cavalaria) e no extremo, para aproveitar uma peça de terreno Rough, um aliado Ibero c/3 grupo de MF.
Achei que estes 3 grupos eram um bom alvo e (ya… há aqui um padrâo. Se eu vejo MF a jeito vou lá directo!) coloquei duas unidades de lanceiros para os derrotar e tropas ligeiras para os provocar para fora do terreno se necessário fosse.
Frente aos guerreiros ponho uma de gulams e uma cavalaria tribal para os prender frontalmente e compactei toda a outra cavalaria á volta de uma unidade grande de lanceiros frente á cavalaria dele.
Piece of cake, pensei eu em Kazar! E seria, não fora a poção magica…
As cavalarias chocam (Pois! Ele não evadiu face a forças superiores. Estes gauleses loucos!) e no final da jogada tenho um buraco na minha linha entre os lanceiros e os Gulam, porque os tribais que estavam no meio quebraram. E a ele não acontece nada, tirando uma base perdida numa unidade…
Depois de uma data de combates em que a massa da unidade grande de lanceiros consegue derrotar os seus adversários, os gulam estavam reduzidos a 3 bases e estavam desorganizados. Felizmente o Lopes manteve as cavalarias dele estendidas a uma linha para não deixar que os meus LH se infiltrassem, mas isso teve como consequência que todo o seu potencial de combate não era usado contra os gulam e como estes tinham a vantagem da armadura lá se foram aguentando.
Finalmente os lanceiros dão a volta e aparecem por detrás destas duas unidades e acabam com elas. No entretanto os ligeiros (LH e LF) já tinham dado conta de outra cavalaria gaulesa a tiro.
Do outro lado da mesa os iberos continuavam lá ao fundo do terreno e tinham a proteção de uma unidade de LF. Ia ter de os puxar cá para fora se queria ganhar o jogo.
Comecei por disparar contra os LF até que eles baixaram de coesão e o Lopes os retirou da frente, como esperado. (a alternativa era deixa-los lá e arriscar a sua perda) Mas os iberos ainda estavam longe e por isso meti uma unidade de FL nesse terreno e comecei a disparar para eles á espera que baixassem de coesão ou que o Lopes se chateasse e carregasse para me enxutar da frente.
Foi o que fez. Ainda não saiu do terreno, mas ja estava á beirinha. Depois moveu outro grupo para o lado de primeiro para o apoiar. Passei a jogada seguinte a prepara as coisas para uma jogada de sacrifício e os meus LF quebraram como era esperado, fugiram através dos lanceiros e os Iberos vieram atras, saindo do terreno e dando-me os pontos que faltavam para os gauleses quebrarem.
26 – 8 (acho…)
Jogo 3 – Marco Quinta c/ AssiriosGanhei iniciativa e escolhi terreno Estepe
O plano era simples: Saltar para cima dos carros e da cavalaria com os lanceiros, evitar os hoplitas, encher tudo de flechas. Os carros não tem POA no impacto contra lanceiros e eu tenho. Depois na melee já estaria em vantagem e era não ter azar aos dados para lhe partir os carros.
Obviamente falhou tudo!
Numa ala os carros e a cavalaria dele levam tudo á frente (Em parte por culpa minha que não os coloco bem…) mas custando-lhe uma unidade de Guardas que teve de ser massacrada até á ultima base; a centro uma muralha de aço assiria-grega empurra tudo o que mexe e ainda por cima com tiro. E mesmo no meio, os LF dele quase que quebram dois meus.
E para ai, na ultima hora de jogo, as coisas começam a virar: Num flanco uma unidade de carros quebra, depois de uma resistência heroica, arrastando com ela uns hoplitas que os iam salvar (Não fizeram nada num ataque de flanco aos lanceiros a alanos. A teoria pos-jogo é que se devem ter impressionado muito com as cabeças penduradas á sela que os alanos tinham); a meio uns LF meus viram-se contra os perseguidores e dão cabo deles, mas já não há mais nada a fazer e quebro.
16 – 22
Jogo 4 – Joao Costa c/ os câes marrecos e cegos dos dois olhos dos Uigurs, (esses ladrões de cavalos e violadores de ovelhas)
* (ver nota) Perdi iniciativa e o João escolheu terreno Agricola
Olhem foi uma miséria!
Já nem digo mais nada para alem de que os meus deviam ter-se esquecido das flechas em casa e as dele tinham homing device e ponta explosiva. Cada tiro cada melro, literalmente!
Destrui 2 grupinhos de cavalaria tribal dele que estavam completamente isolados e já brinquei. Até o campo fortificado ele me toma logo na primeira tentativa. (Deviam estar todos bêbados e a dormir lá dentro!)
No final acabei em 2º lugar da Pool Classica. Como o Nuno Cordeiro tambem foi segundo da Pool Medieval, acabamos por ser a melhor equipa do Torneio.
Heeeeeeee!!!! SEMOS OS MAIORES!!!!

E depois destas aventuras todas acho que mereço um descanso e vou para a praia…
*Nota: Nada disto se refere ao João Costa que é um nobre e leal adversário e bom amigo. Trata-se antes do tratamento amigável entre povos da estepe. Por exemplo para ele, os meus Kazares não passam de uns “Judeus gordos filhos de uma ovelha coxa e vesga”