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Autor Tópico: Torneio Descobertas 2013, 2 e 3 Março.  (Lida 991 vezes)

EDu

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Torneio Descobertas 2013, 2 e 3 Março.
« em: 22 Fevereiro 2013 01:57:52 pm »

Conforme calendarizado, a AJSP vai realizar o Torneio de FOG - Descobertas 2013 nos dias 2 e 3 Março.

Por indisponibilidade de salas no Museu de Marinha, o Torneio realizar-se-à na Cordoaria Nacional, espaço também gerido pelo Museu. Enviaremos um mapa de localização numa próxima comunicação.
Os jogos serão realizados a 800 pontos, Lista unica numa mesa de 180 cm por 120 cm, num período de 03:30H.
Por entendermos que não existe ainda um conhecimento suficientemente generalizado das V2, este Torneio será ainda realizado com as regras originais de FOG.

No Torneio Descobertas 2013 haverá uma pool única, sendo aceites listas de exércitos que cumpram um dos seguintes requisitos:
       •  Incluído em qualquer livro de listas, com data até 1040 DC
       •  Qualquer exército do livro Blood and Gold
       •  Qualquer exército do livro Empires of the Dragon

O objetivo é proporcionar jogos menos anacrónicos, sem reduzir o número de jogadores na pool geral.

No Torneio Internacional, a realizar em 27 e 28 de Abril, porque se pretende que seja o mais aberto possível, serão aceites todas as listas publicadas, de qualquer livro, numa única pool. É nossa intenção que este seja o primeiro torneio realizado com V2 em Portugal.

No Torneio Restauração, a realizar em 29 e 30 de Junho, serão aceites exércitos de qualquer livro, a partir de 1041 DC. Tal como no presente Torneio, serão também aí aceites quaisquer exércitos dos livros Blood and Gold e Empires of the Dragon.

Quem estiver interessado em participar e não dispuser de exército que cumpra um dos critérios acima, queira por favor contactar-nos para disponibilizarmos um exército emprestado.
As inscrições devem ser efectuadas para os e-mails abaixo indicados até às 20:00H de quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013.
As inscrições para parte dos jogos do Torneio ou o último jogador inscrito ímpar, serão consideradas condicionais até à data limite do período de inscrição acima descrito, de forma a minimizar as hipóteses de haver um número ímpar de jogadores.
As inscrições estão abertas a todos. O custo de inscrição será de 15 Euros pagos no início do Torneio. Os associados da AJSP estão isentos do custo da inscrição.
Durante este fim de semana será enviado o regulamento completo do Torneio.


Inscrições para:

Fernando Sousa; fjas66@gmail.com
Eduardo Santos; jesantos.ajsp@gmail.com
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Re: Torneio Descobertas 2013, 2 e 3 Março.
« Responder #1 em: 07 Março 2013 11:00:55 am »

Jogo 1 – Pedro Cabral – Nikephorian Bizantine

O Pedro poe uma muralha de Skutatoi (ai uns 5 grupos de 8!) mais vikings e “marreteiros” de uma borda da mesa até meio, e no flanco aberto poe duas unidades de Kataphaktoi a 2 bases e duas de Tagmata. Face a elas estava a massa da cavalaria de choque Khazar e em frente aos Skutatoi meti a cavalaria tribal (CV e LH com arco) com os meus vikings na charneira das duas alas.

O jogo foi muito simples: A muralha de infantaria bizantina avançou e a ocasional perda de coesão (aquilo eram grupos de 8, só testavam com 3 hits) era logo recuperada por um dos generais que estavam lá atras. Do outro lado a cavalaria bizantina fez meia volta e recuou… Enfim… Bizantinisses!

Acabamos exactamente empatados por termos exércitos com o mesmo número de unidades.


Jogo 2 – Fernando Sousa – Late Achmeninid Persian

Isto de vir com armas de destruição massiva devia ser proibido!  E o Grande Chefe Obama dos Mississipi Mound Builders tem toda a razão de se meter em pirogas e atravessar o atlantico para acabar a golpes de Tomhawak  os Persas e as suas maquinas de guerra infernais! E pronto! Ainda houve um pujante grupo de para-comandos da Hagganah que os tentaram parar, mas quando estavam quase a destruir as centrifugadoras de foices, tiveram de retirar por baixas. E não digo mais nada, só que a Organização dos Exercitos Unidos vai ouvir o meu protesto formal!


Jogo 3 – Jose Lopes – Late Republican Roman

Se há coisas que estou a gostar de acompanhar é a evolução do Lopes. Quem o viu e quem o vê…  Se no jogo da Liga, assim que a colocação terminou eu pensei: “ Vou romper por ali!” (Uma colina suave só defendida por LF) e não haveria muito que o Lopes pudesse fazer contra isso; já este jogo foi muito complicadinho…

Ele coloca um flanco de MF iberos e alguns archeiros numa área de vário terreno rough, depois dois grupo de cavalaria gaulesa (armadurada e superior) seguidos de 3 legiões Xupa-xupa, mais duas mais pequenas (igualmente Xupa-xupa!) em escalão a proteger o flanco aberto, e lá atras 4 TC só para segurar as pontas. Tudo isto num metro e vinte!
Então e onde é que estão as chusmas d
e LH e LF fofinhos? E os MF na planície? E o exercito espalhado todo pela mesa? Pois… È significativo que o ponto “fraco” por onde decidi romper a linha fosse por cima da cavalaria gaulesa, a tal que é armadurada e superior…

Ponho  LH e LF á frente dos Iberos para os melgar enquanto se espera que falhem dois testes de coesão. Falharam os meus LF Kahzares!

Frente ás 8 bases Gauleses meti 10 de lanceiros e mesmo assim a ultima unidade só quebrou quando já só tinha 2 bases e porque foi carregada por detrás. (Não sabia que se podia dar poção magica á cavalaria!) A guarda viking que tinha como missão guardar o flanco dos lanceiros enquanto estes tratavam dos gauleses cumpriu galhardamente a sua missão deixando-se massacrar por uma legião. (Chegaram a perder DUAS bases na mesma fase de melee…2!) O que significa que se Tengri o Deus do Ceu não concedesse um milagre á cavalaria tribal, o jogo teria acabado assim, num 4-4.

E o milagre foi, numa altura em que já uma unidade de LH se tinha infiltrado para a retaguarda romana no extremo da linha e se preparava para carregar para o obrigar a virar costas a próxima uma carga de cavalaria; a outra legião pequena que guardava o flanco, falha dois testes seguidos de coesão, apesar do general ao pé e fragmenta na jogada do Lopes.

Eu carrego-a logo com CV mas eles aguentam e só vão quebrar no combate. Ao mesmo tempo a minha LH carrega a retaguarda da outra legião fazendo-a baixar um nível. Isso faz com que eu não possa fazer break-off, na minha JAP, mas ele tambem não se pode voltar no movimento dele para a minha cavalaria, que vai acabar por carregar e destruir esta unidade.

No entretanto no outro extremo da linha decorria um combate entre a minha Brigada Ligeira Eslava (2 BG de LF Poor, um com javelins outro com arco) e os LF do Lopes, que acaba a meu favor, selando o resultado num 10 – 4, a um ponto do Lopes desmoralizar.

 
Jogo 4 – Eduardo Santos – later Seleucid

Assim que o Eduardo disse as palavras magicas “Medium Foot Unprotected” a apontar para uma unidade de 8 archeiros colocada no extremo recuado da sua linha, a cobrir o acesso á bagagem, que eu soube por onde é que ia romper. Com efeito MF Unprotected é um autentico iman para um exercito de archeiros a cavalo porque lhes acertamos a 3 o que significa que estará a maior parte do tempo a testar. Por isso manobrei de forma a apontar-lhe uma Cv e um LH para um total de 6 dados de tiro e uma media de 4 hits/fase de tiro.

No entanto a brecha inicial não foi causada por esses archeiros, mas sim pela falange que estava no extremo da linha, ao falar dois testes seguidos de coesão por tiro (onde é que eu já vi isto?) imediatamente antes de uma fase de impacto minha. Claro que carreguei (mesmo chocando noutra falange, valia a pena) e eles fugiram logo.

Pouco depois aproveito uma altura em que os tais archeiros baixam um nível para tambem os carregar em terreno uneaven, apostando nos 2POA que iria ter na melee, que acabam por compensar, e com isso tenho uma brecha de uns 50 cm no dispositivo Seleucida, por onde entram os Nobres todos, com os Alanos na vanguarda

Estes Alanos carregam uma falange de lado, quebram-na e empurram-na em fuga para cima das outras causando caos e nada mais, nada menos do que 6 pontos de atrito. A partir de aqui foi só tentar marcar os pontos necessários para a desmoralização do exercito.

E assim me despedi de 5 bons anos de FOG V1!
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