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Autor Tópico: Os amigos de Alexandros  (Lida 9417 vezes)

JEspecial

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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #45 em: 09 Setembro 2013 03:59:53 pm »

Se há coisas que eu gosto é de pequenas tecnicas faceis e rapidas de fazer e que causem efeitos imediatos.

Uma delas é o uso do Army Painter (Vulgo: Verniz para soalhos da Dirup!) não na sua versão de DIP. (mergulha e agita) mas sim diluido com diluente celuloso e aplicado a pincel. O problema é que o diluente... Dilui! Não ataca muito as tintas acrtilicas (á base de agua) mas com os metais pode ser dramatico, especialmente se arrastar o pincel pela figura.. Por isso a minha tecnica é usar um pincel grosso, com uma mistura a olhometro de 50% verniz e 50% diluente, que uso para transportar uma gota grande de  verniz que, idealmente, escorre pela figura aplicando sombras e definindo superficies. Basta fazer uma vez de um lado e doutro da figura e depois (outro dos meus truques...) ponho directamente ao sol a secar.

Isto sela imediatamente o verniz, sem que escorra muito pela figura e por isso não há acumulações em baixo e quase nada em cima, como acontece ás vezes com os wash de tintas acrilicas.

O efeito é este.

ANTES


DEPOIS


Tudo isto foi feito á hora de almoço, enquanto esperava que a  maquina fizesse o café...

Já ao final da tarde, estive a retocar os escudos de branco e a por-lhes os decalques. Daqui a pouco vou colar as figuras nas bases.

Esta é a segunda fila da unidade


E aqui uma foto de conjunto dos falangistas


Quanto aos Nubios, neste momento já estão colados nas bases, mas na altura em que tirei esta foto tinha acabado de lhes pintar as pinturas de guerra.



Já devem ter reparado que depois do verniz (aka Army Painter) as figuras ficam brilhantes. Nada que umas bombadas de Purity Seal não resolva.
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JEspecial

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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #46 em: 16 Setembro 2013 10:35:05 am »

ITC 2013 - Parte 1
ou
Opções, opções, opções


Nota previa: Os meus agradecimentos á Teresa Martins, emerita fotografa do ITC. São dela as fotos que acompanham este e o proximo post

Com apenas um total de 3 jogos antes do ITC (2 num torneio e 1 amigavel com o Nuno Cordeiro) para finar a lista e tomar opções, o meu exercito era o seguinte:

1 Field Commander
2 TC
2 x  LH Average JLS  a 4 bases
1 x LF average sling a 6 bases
1 X LF average JLS a 8 bases
2 x Cv Companheiros Sup, Arm, Lance a 4 bases
1 x Cv Galatas Sup, Arm, JLS
2 x Elefantes a 2 jumbos cada
1 x HF, Hipaspistas , Pike Sup a 8 bases
1 x HF, Mercenarios Pike  Ave a 8 bases
1 x HF, Regulares Pike  Ave a 12 bases
1 x HF, Egipcios Pike  Poor a 12 bases
1 x HF, Galatas Sup, Impact foot a 8 bases
1 x MF, Ave,  Off Spear, a 8 bases

Há partida tomei algumas opções arriscadas, nomeadamente os dois grupos de elefantes e só 3 generais.

A ideia para levar os Jumbos (para alem de serem WIIIIINDOS! e não ter mais nada pintado para ocupar o seu lugar) era usa-los nos flancos contra exércitos helenísticos (elefantes detestam piques!) num lado para atacar, noutro para dar força á defesa; e a centro contra romanos, já que são bastante bons contra legionários e outras tropas com sword.

Acabou por ser uma opção … razoável, já que andaram a fugir (ou a morrer horrivelmente…) de piques, mas pisaram tudo o que era Impact Foot Sword que lhes apareceu á frente.


@Teresa Martins

Se num próximo torneio vou levar 4 elefantes? Provavelmente não. No entanto acho que um grupo de 2 é quase imprescindível, especialmente em torneios abertos


@Teresa Martins

Já os 3 generais foram uma surpresa. Nos jogos que fiz antes do ITC acabei por sentir a falta de um quarto comandante, mas nestes jogos do ITC não… A ideia era marchar logo de início 4 unidades de falange/elefantes/galatas com o FC e ter um TC em cada flanco para marchar com dois grupos cada um. Depois só entrar em combate em situações previsivelmente rápidas (infantaria vs cavalaria, por exemplo) ou para forçar uma decisão. Correr atras de tropas quebradas não era uma opção prioritária dada a utilização intensiva dos generais na linha de batalha. E resultou na sua generalidade!

Fazia tambem parte da minha estratégia, apontar a massa da falange contra um alvo solido mas que tenha alguma vulnerabilidade no todo ou em parte (“protected, sword” é musica para os meus ouvidos!) e move-la o mais depressa possível, tendo por 3 vezes cedido a iniciativa em troca de jogar primeiro. Isto permitia-me meter o “pack de ataque” na linha central da mesa na fase de movimento do meu segundo turno.


@Teresa Martins

(Uma das formações do Pack de Ataque: (Esq para a Dir) General, Falange Egipcia, Hipaspistas, Elefantes, falange Mercenários.

O resto do exercito era um bocado consensual: Usei a melhor MF que tinha disponível na lista, 4 grupos de escaramuçadores para operarem nos flancos e a centro, e a cavalaria pesada que usei mais como reserva móvel do que como ponta de lança.


@Teresa Martins

No próximo post vou falar do que aconteceu jogo a jogo.
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JEspecial

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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #47 em: 17 Setembro 2013 10:59:07 am »

Jogo 1 – ITALIA - Later Macedonian

Na primeira colocação nós dois metemos 4 grupos de tropas ligeiras ou cavalaria. Normal…

Na segunda colocação eu meti a ala de defesa, ele meteu 4 grupos de piques a 8 bases. Ok. Normal

Na terceira colocação eu ponho 3 grupos de falange, ele poe 3 grupos de falange. Ok… Isto está a ficar estranho.

Na quarta colocação eu ponho os companheiros e os elefantes e ele poe… Mais 3 grupos de falange!

10 unidades de falange, 3 das quais Superiores. 80 bases de piques! E quem tem muita falange sou eu???

Passei o jogo a tentar apanhar-lhe alguns dos ligeiros e a evitar a mare de piques. Aquilo que consegui fazer-lhe de atrito ele recuperou durante o jogo e acabei por não lhe fazer nada, ficando 24-3 para ele.

Ponho aqui uma foto dos meus terriveis mercenarios Tarentinos, que causam medo no inimigo com o terrivel grito de guerra no seu dialetto itálico: "Avanti Italia! Viva Il Bunga Bunga!" mas que neste jogo foram os primeiros a fugir.


@Teresa Martins
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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #48 em: 17 Setembro 2013 12:54:22 pm »

Já gora vou fazer um pequeno parentesis  na narrativa do ITC, já que acho que nunca falei da minha bagagem.

Como sabem tenho dois exercitos "egipcios": Este e o do Napoleão no Egipto (bem... na realidade 3 se contarmos com os Ingleses de FOW) então, apesar de nas regras napoleonicas não haver excatamente este conceito de "Campo" como há na antiguidade. achei que devia fazer alguma coisa que facilmente podesse ser usado por qualquer um deles.

E assim, aqui está o meu campo do exercito Ptolemaico com uma esfinge novinha e pintadinha de fresco, alusão á quantidade de "obras publicas" que esta dinastia fez.



E aqui está a mesma esfinge 2000 anos depois, como os franceses a encontraram

(As tendas já estão pintadas, obviamente.)

SIC TRANSIT GLORIA MUNDI...
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JEspecial

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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #49 em: 17 Setembro 2013 03:20:33 pm »

Jogo 2 – França2 – Pontic

A coisa que me lembro bem deste jogo é que estivemos o tempo todo a rir do principio ao fim! Ele fez uma excelente narrativa do jogo, no seu blog que foi acompanhando com fotos e por isso recomendo a sua leitura.

http://jdfigs.canalblog.com/

Na colocação do terreno ele ficou com dois montes suaves do lado dele um ao lado do outro, ai a 40cm do bordo da mesa e parti do principio que ele iria colocar ali a falange dele e os legionários de imitação, confiando que teria uma linha maior do que a dele, mas com um Mitridades é moço para recrutar cavaleiros Sarmatas, tinha de ter cuidado com o outro flanco.

Por isso meti o Pack de Ataque em frente ao monte com um par de elefantes no meio para tratarem dos legionários. Mesmo que tivessem de combater monte acima em parte da linha, seria em igualdade e no espaço de 10cm entre os dois montes os elefantes e os Hipaspistas haviam de tratar do assunto.

Isto para não falar de outra hipótese, que era a natureza humana dos jogadores, que os impele a mover as figuras para a frente, mesmo que isso os leve a sair de uma boa posição. E foi o que aconteceu…

Entre o Pack de Ataque e o bordo da mesa meti a cavalaria Galata e os elefantes contanto que por ali estivessem tropas montadas, o que tambem aconteceu.

No outro flanco, ia ficar pendurado no ar com os dois Companheiros, os Tarentinos e os Peltastas a fazerem render a coisa face a Sarmatas (pois… bem  que eu suspeitava) Catafractas Armenios e infantaria Bastarnae.

Eu avancei o Pack, deslizando para a minha direita para ver se conseguia meter pelo menos uma fila de piques a combater os montados dele, e ele acabou por descer do monte. Na direita os meus elefantes apanham a sua cavalaria que tentava evadir, a centro  o Pack vai a combate e lentamente começa a fazer estalar a infantaria dele, enquanto que no outro flanco… tudo corria mal!

Felizmente os “legionários” dele não aguentaram e a sua fuga afectou as falanges á sua esquerda e direita , que pouco depois já fugiam, abrindo caminho para os cavaleiros Galatas apanharem de lado os thorakitai dele e partindo-os.

22 – 16 para mim e a minha primeira vitoria num ITC!

E aqui estão os Galatas a pé, que foram uns heróis (mas do tipo “Heroi Postumo”) neste jogo.


@Teresa Martins
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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #50 em: 24 Setembro 2013 12:52:53 pm »

Jogo 3 –Jose Martins (Equipa Barbaros) – Later Cartaginian

O embate africano: Cartago conta Egipto

O Zé colocou os aliados Campanios á sua esquerda (Cavalaria, legionarios e triari) depois a Linha de Aço dos seus veteranos a centro e no outro flanco tinha um par de unidades de cavalaria e uns numidas. Entre os Campanios e os veteranos colocou um cordão de infantaria ligeira (entre os quais dois grupos de LF Campanios)

Quando ao fazer a apresentação ele pronunciou as palavras magicas “Protected, sword” referindo-se aos legionarios campanios, selou o seu destino: O pack de ataque formou logo á frente deles, apoiados pela cavalaria galata (armadurada) e a tracia, que encarava a cavalaria campania (protected) e mais uns numidas.

Os meus companheiros ficaram na minha esquerda, um pouco para tras, em reserva.

Jogo primeiro e lá vou eu todo lampeiro, a marchar com o pack de ataque com LF á frente, que assim que podem carregam os LF campanios do Zé. Que decide ficar e começa uma melee que ainda vai durar um bocado.

E ai o Zé lança a sua armadilha: Pega em dois dados e rola para marcha de flanco…

Eu gelei e só rezei (a Zeus, a Osiris e a todos os outros) que não entrasse pelo meu lado direito, porque com a densidade de tropas que ali estava, se tivesse de evadir do bordo da mesa devia haver BG que quebravam. Mas não podia fazer nada a não ser continuar em frente e baixar os piques.

O impacto com os Campanios não deu em nada para os dois lados, o que não foi mau considerando que tinha vantagem na melee. As quais foram varias… Bem dizia o tio do Alexandre, Alexandre do Epiro, que morreu em campanha na Italia, que enquanto o sobrinho foi para leste combater mulheres, ele estava na Italia a combater homens!

Os Campanios morreram, mas não se renderam. E mesmo já depois da legião, da cavalaria e dos vélites estarem mortos ou em fuga, os triari tiveram de ser todos mortos (as duas bases deles, leia-se!) Raça de gente teimosa!

No outro flanco os meus Tarentinos depois de fazerem o brilharete de apanharem uns numidas que evadiram, meteram-se a falar de condições de trabalho e de bónus e acabaram por ser apanhados  de lado por uma das cavalaria púnicas.

A outra, isolada foi apanhada pelas duas minhas de Companheiros e ... Não eram Campanios!

Os Veternos estavam a rodar para apanhar o meu flanco de infantaria recusado, o que faz com que os Companheiros fiquem na sua retaguarda depois de perseguirem a cavalaria púnica.

Ai entra a marcha de flanco do Zé, pelo  meu lado esquerdo (direita dele) mas já não vai fazer nada, porque a captura do seu campo pelos meus LF dá os pontos de atrito necessários.

Ficou 27-6 para mim.


@Teresa Martins
Cavalaria ligeira Tracia
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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #51 em: 14 Abril 2014 09:57:58 am »

Depois de quase um ano a jogar com eles e de andar a rondar o primeiro lugar por varias vezes, consegui um primeiro lugar.



E tem um triplo sabor para mim porque:
 - É a primeira vez que ganho um torneio de FOG
 - É a segunda vez em 30 anos que ganho um torneio :)
 - Ter ganho com um exercito que me deu muito prazer a montar e ainda mais a aprender sobre ele.
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JEspecial

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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #52 em: 14 Abril 2014 09:59:17 am »

Como para o Lusitania Challenger há varios portugueses que vão jogar com exercitos Helenisticos, resolvi chamar um dos meus Kiliarkas que é perito em treinar tropas, para nos dar algumas ideias de como melhor usar um exercito.



Kalimera!

Então vocês querem ser como Filipe e Alexandre? Querem recrutar um exercito eleva-lo á gloria por esse mundo fora mesmo contra as tribos italiana e iberas? Vocês querem fama não é? Então é aqui que começam a pagar. Em suor!

Estão tudos a formar em sinapismos e eu que não veja uma sarissa desalinhada!

Muito bem, muito bem… Até parecem uns Hipaspistas como deve de ser…



Principios básicos:

 - Os exércitos Helenisticos são exércitos de ATAQUE! O seu núcleo é o falangista que foi inventado a partir do hoplita clássico, reduzindo-lhe o equipamento defensivo e aumentando o ofensivo. Por isso não são feitos para ficarem parados debaixo de tiro, mas para atacarem o inimigo num avanço continuo.

 - A falange é tudo! É pela falange que se ganha, é pela falange que se perde! Se não confiam na vitoria da vossa falange, então dediquem-se a outra coisa! O que não podem é ter medo de a avançar sempre o máximo possível e de entrar em combate com ela assim que possível.

 - A falange é una! Todos sabemos que ela é constituída por varias kiliarkias de piques, mais as unidades que lhes protegem os flancos, mas isso é por questão administrativas. Devemos olhar para ela como um único bloco que se move unido, combate unido e vence unido. E não tenham a tentação de  a separar seja por causa de terreno, seja por alguma tactica peregrina como colocar elefantes ou cavalaria lá no meio.

 - Uma ala ataca, a outra defende. A cavalaria mais ofensiva deve ser colocada toda junta na ala de ataque, apoiada por tropas ligeiras de infantaria e cavalaria. A mais defensiva deve ficar no outro flanco, tambem com tropas ligeiras e se possível tureoforoi  ou infantaria tribal.

 - E agora o principio mais importante de todos: Não se faz mussaka sem bringelas! Não se ganha batalhas sem baixas. O importante é que o sacrifício de cada herói que atravessa o rio Aqueronte para o Hades não seja em vão.

Perceberam?

Podem desmontar as sarrisas e ir treinar luta e corridas. Amanha falamos de tropas ligeiras



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Re: Os amigos de Alexandros
« Responder #53 em: 14 Abril 2014 10:01:28 am »

Sentem-se, sentem-se… vamos então falar de tropas ligeiras.





Acerca de tropas ligeiras há duas coisas fundamentais que devem ficar bem claras:
 - Não podem viver sem elas
 - Demasiadas são a vossa perdição.

Por isso eu apontaria para 3 a 4 grupos no máximo, sendo que se optar por 4 tenho de ter uma razão concreta para isso (e “ para ficar simétrico” NÃO é uma razão valida!)  Como escolha base eu teria um grupo montado, um com algum tiro (funda ou arco, é igual) e um com JLS de preferência grande. Este ultimo tem como funções base fazer de ecran á falange OU ocupar terreno Dificil. 

Todas as tropas ligeiras TÊM de ter algum apoio de tropa formada para a qual retirar, senão arriscam-se a serem empurradas para fora da batalha ou destruídas por inimigos mais pesados. A única exceção a isto é se existe por perto alguma área de terreno onde se possam refugiar. Caso contraio, ter várias unidades ligeiras juntas e sem apoio é dar um alvo ao inimigo e condena-las á partida.

E agora uma coisa que qualquer candidato a Stratego não se pode esquecer: Já todos estudaram a batalha de Gaugamela,certo?



Estão a ver quando Alexandre segue para a direita com os Companheiros, os Prodomoi (cavalaria ligeira) e os Agrinios (infantaria ligeira) para separar Bessus e a cavalaria de elite persa do centro de infantaria persa comandada por Darius e depois Alexandre entra pela brecha entre a Bessus o Darius com os Companheiros todos?

Todos conhecem essa manobra (mas nenhum a conseguiu repetir…) e a gloria que foi por o Rei dos Reis em fuga e que assim se ganhou o dia, não é?

Mas o que é que acham que aconteceu aos Prodomoi e aos Agrinios que apanharam com a cavalaria pesada persa e os mercenários citas todos? Pensem lá…

Não se faz mussala sem abrir bringelas, meus amigos… E a Nike só te sorri se estiveres disposto a pagar o seu preço.
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