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Apesar
de ser um adepto dos Jogos de Simulação da IIª Guerra
Mundial e de ter acompanhado e participado em alguns jogos com o José
Ventura e o Artur Ramos, nunca senti na AJSP uma verdadeira “atracção”
por jogar este período. |
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Pela
primeira vez em muitos anos decidi olhar com mais atenção
para os jogos deste período, tentando esquecer por um pouco a
tendência dos últimos anos de dedicação quase
exclusiva a jogos com antigos e medievais. |
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Tendo
desde sempre sido um jogador dedicado a muitos períodos, (Antigos,
Medievais, Napoleonicos, Guerra Civil Americana, Segunda Guerra e Vietname),
desde que entrei para a AJSP que a tendência foi concentrar-me
a jogar Antiguidade e Medievais com as regras DBM. |
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Estas
regras vieram introduzir dois novos conceitos nos jogos de guerra com
miniaturas – fluidez de jogo e competição, embora
este último já existisse estas regras deram-lhe sem dúvida
um novo fôlego que muito contribuiu para a DBMomania não
só entre nós como por toda a Europa. |
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Mas,
regressemos ao tema que pretendo abordar – os jogos de Segunda
Guerra com miniaturas. Os meus inícios foram ainda nos finais dos anos 70 com as regras do Victor Amorim publicadas na Revista História e no Jornal do Exército. O conceito destas regras agradava-me bastante pois com a escala utilizada, 1:5, permitia a organização de unidades de efectivo superior a batalhão e logo recriar numa mesa de jogo combates interarmas dificeis de executar a nível de pelotão ou companhia. |
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Ao
longo dos anos fui adaptando outras regras nomeadamente da WRG e mais
tarde Combined Arms. |
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Estas
regras e apesar de serem comceptualizadas para a escala 1:1, sempre
as adaptei para continuar a jogar a um nível de batalhão
ou superior, nomeadamente as Combined Arms que acabei por traduzir e
adaptar com base nesse principio. Tendo verificado que uma das razões para não jogar mais recentemente este período tem sido sobretudo a falta de umas regras que permitam ter jogos com principio, meio e fim, que no fundo me motivem, comecei a procurar avidamente algo que suprisse esta lacuna. |
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Foi
assim que encotrei as SPEARHEAD. Pareceram-me desde logo um conjunto
de regras bem estruturadas pelo que as li atentamente, experimentei
e gostei, adoptando-as desde já como as regras a explorar nos
tempos mais próximos. Os factores que me levam mais a gostar
destas regras são |
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Fiz
já alguns jogos com estas regras, utilizando miniaturas 1/300,
(nada impede de utilizarmos outra escala), considerando a experiência
bastante positiva. |
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Como
já referi, estas regras foram comceptualizadas para jogos de
nível divisão. Com elas podemos organizar cada fase de
uma batalha desde o planeamento operacional até à execução
táctica, criar Grupos de Combate, destacar unidades em suporte
de outras, emitir ordens realistas e manter uma reserva que deverá
ser utilizada num momento critico. Com um sistema de jogo rápido
permite-nos comandar uma divisão inteira ou até mesmo
um corpo oferecendo-nos o prazer de nos pormos na pele de um Guderian,
Rommel ou Patton |
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O
objectivo das regras é o de proporcionar a jogabilidade utilizando
um número minimo de batalhões até uma divisão
inteira de cada lado. Para alcançar este objectivo foram omitidos
muitos dos detalhes a que estamos normalmente habituados a ver em regras
como as alças de tiro ou o valor especifico de uma determinada
arma. As regras focam principalmente as caracteristicas tacticas de
operações a nível batalhão, partindo do
principio que estes são a base para a estrutura de uma divisão.
Assim, quando batalhões opostos entram na distância de
combate, estas regras assumem que o combate tem lugar numa área
onde os comandantes de pelotão e companhia tomam as decisões
tácticas por nós. Como já referi, com SpearHead,
nós assumimos o papel de um comandante de brigada, de divisão
ou mesmo de corpo, mantendo o nosso enfoque a esse nível. |
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Foi
com base em alguns jogos bem sucedidos com estas regras, (com miniaturas
1/300), que tomei a decisão que devia partilhar esta experiência
com os membros da AJSP e lançar um desafio a quem estiver interessado
em participar mensalmente numa série de jogos que recriem a guerra
na frente leste entre 1941 e 1945. |
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Com
base nisto quero lançar um desafio aos amantes deste período,
mas que andam arredados (penso que muitos pelo mesmo motivo do que eu),
para fazermos uns “joguinhos” de experiência baseados
nos cenários que a seguir apresento: |
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Para
tal agradeço aos interessados que me contactem para o número
de telefone 93 101 3250 ou por email para
jose.brazette@optimus .pt. |