Relato das operações no flanco esquerdo russo no Big 2007
As armas jacobinas, mais uma vez, voltaram a disparar pólvora seca!
No sector esquerdo, defendido pelas gloriosas
2ª e 3ª Divisões de Infantaria e pela Divisão de Cavalaria, todas elas lideradas pelo competente general Filip
Martinov, o combate decorreu da
seguinte forma.
A defender a maior parte do
monte estava a 2º DI, enquanto a 3ª DI defendia a aldeia central em profundidade. A Divisão de
Cavalaria (DC) colocou-se bem recuada em frente à aldeiazinha do lado direito do nosso dispositivo, uma
vez que era impossível defender tudo e a sua colocação recuada impediria
posteriores movimentações inimigas, como veio a acontecer.

A defender a maior parte do
monte estava a 2º DI, enquanto a 3ª DI defendia a aldeia centra em profundidade. A Divisão de
Cavalaria (DC) colocou-se bem recuada em frente à aldeiazinha do lado direito do nosso dispositivo,
uma vez que era impossível defender tudo e a sua colocação recuada impediria
posteriores movimentações inimigas, como veio a acontecer.
O fulgurante ataque francês começou com uma forte divisão de infantaria, suportada por cavalaria à sua direita, a passar quase incólume sob o nosso fogo de artilharia e a atacar as nossas linhas, já desgastadas pelos artilheiros contrários. A maior parte da artilharia divisional foi aniquilada e lentamente fomos obrigados a ceder terreno ante a avalanche franco-alemã.
Do nosso lado direito uma enorme
divisão inimiga ocupou a aldeia e dividiu-se, parte dele penetrando no bosque
para atacar o nosso centro. A
nossa artilharia a cavalo provocou grandes baixas ao inimigo,
apesar de ter sofrido
sob o fogo da artilharia que se lhe opunha. De igual modo, a artilharia de corpo, a única que permanecia sobre o monte, continuava a vomitar fogo sobre o inimigo.
No momento em que, combate após combate, assalto após assalto, a 2ª DI estava a um passo de ter de abandonar o monte, chegou a vitoriosa 2ª Divisão de Cavalaria composta por dragões e couraceiros. Foi tal o temor que os sabres da nossa cavalaria inspiraram no inimigo que este prontamente cessou o seu ataque e formou a infantaria em quadrado.
Os nossos cavaleiros atacaram a
cavalaria francesa e, acto contínuo, a sua artilharia divisional e de corpo, as
quais foram imediatamente eliminadas. O ataque inimigo soçobrou e os
quadrados de infantaria francesa foram devastados pelo fogo da nossa infantaria.
Rapidamente também esta divisão foi posta fora de combate e o monte ficou livre da presença do
inimigo. Entretanto a
divisão francesa sobrevivente ocupou a aldeia central.
Foi neste momento que vieram mais
reforços na figura da gloriosa Divisão de Granadeiros, que foi colocada em
frente ao bosque e juntou-se imediatamente ao combate. Enquanto a 2ª e 3ª DI
fluíam do nosso sector
esquerdo, preparando-se para assaltar o centro do campo, a Divisão de Cavalaria
e os Granadeiros fizeram rápidos ataques, tendo os Hussares aniquilado um batalhão francês
junto à aldeia central e, no extremo direito, um regimento de Ulanos carregou uma linha saxã a qual foi prontamente
aniquilada. Os granadeiros juntaram-se ao combate e repeliram uma linha de
infantaria inimiga colocada na orla do bosque. A divisão francesa atingiu 1/3 das baixas e não aguentou o impacto, pelo
que também ela fugiu do campo de batalha.
A vitória das armas russas foi completa.
GLÓRIA AO EXÉRCITO RUSSO E DEUS SALVE O TZAR! !