Região
de St. Thé, Setembro de 1944 |
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De acordo com
a história popular, a partir do momento em que o 7º Exército
Alemão foi cercado e destruído em Falaise, as tropas Anglo-Americanas
avançaram em direcção à fronteira Alemã
e só foram obrigados a parar devido à falta de abastecimentos.
Como era de esperar a realidade foi bem diferente. |
As unidades Alemãs,
desorganizadas e dispersas, após atravessarem o Sena, demonstraram
uma vez mais uma notável habilidade em se reorganizarem e contra-atcarem
em França como já haviam feito uma série de vezes
na Russia. Os Britânicos foram detidos junto à fronteira
Belga-Holandesa, os Americanos no Schnee Eifel na Bélgica e Patton,
juntamente com as tropas da França Livre, tinham um longo e penoso
caminho a percorrer através das montanhas do Vosges. Por todo o
lado eles encontravam uma forte resistência Alemã por parte
de pequenos grupos de rectaguarda sendo cada vez mais frequentes à
medida que se aproximavam do Reno. Foram agrupadas novas formações
e enviadas para Oeste. Nos sopés das montanhas do Vosges, não muito longe da cidade de St. Thé, na Lorraine, a 2ª Divisão Blindada Americana foi detida por uma determinada força de rectaguarda da 315ª Divisão de Infantaria Alemã. Esta unidade seleccionou bm o terreno para esta acção defensiva, planicies entrecortadas por sebes altas como na Normandia e com o refúgio das colinas nas suas costas. |
O Alto Comando
da Wermacht - OKW, também identificou aqui uma oportunidade para
deter de vez o avanço Americano, enviando assim um Batalhão
de Tanques Pesado e Baterias da defesa aérea para reforçarem
as já muito desgastadas forças da 315ª Divisão.
Com um tecto de nuvens baixo quase em permanência, só esporadicamente
os “caça-blindados” Aliados podiam dar algum apoio
às forças terrestres. Os soldados da “pastilha elástica”
estavam por sua conta. |